“FURTO SILENCIOSO”: FAZENDEIRO TEM PREJUÍZO DE QUASE R$ 1 MILHÃO COM DESAPARECIMENTO DE GADO NO TOCANTINS

A Polícia Civil do Tocantins desarticulou um esquema milionário de furto de gado que, segundo as investigações, vinha sendo praticado de forma silenciosa há vários anos e teria causado um prejuízo estimado em cerca de R$ 1 milhão a um produtor rural.

A operação foi realizada no último sábado (7), quando equipes da 81ª Delegacia de Polícia de Ponte Alta cumpriram mandados de busca e apreensão em uma propriedade rural localizada no município de Pindorama do Tocantins.

A ação faz parte de uma investigação que apura a atuação de uma associação criminosa especializada no furto de gado na região.

Esquema teria funcionado por quatro anos

Três homens foram denunciados pelos crimes de furto qualificado, associação criminosa, furto com abuso de confiança e furto em concurso de pessoas. Eles foram identificados pelas iniciais S.M., de 22 anos; T.X., de 23 anos; e A.X., de 48 anos.

Segundo a Polícia Civil, os investigados teriam atuado de forma contínua por cerca de quatro anos, retirando animais da propriedade da vítima de forma gradual, estratégia que evitava levantar suspeitas.

O esquema resultou em um prejuízo milionário, comprometendo parte significativa do rebanho do produtor rural.

Gado foi localizado durante a operação

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais realizaram diligências nas residências dos investigados e também em propriedades vizinhas.

Na operação, cabeças de gado foram localizadas e apreendidas. Os animais poderão ser utilizados no processo de ressarcimento dos prejuízos causados à vítima.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Roberto Assis, o trabalho investigativo foi fundamental para identificar o esquema criminoso e recuperar parte dos animais furtados.

Investigação contou com apoio de peritos

A operação contou com o apoio do Núcleo de Polícia Científica e do Núcleo de Perícia Técnica de Porto Nacional.

Também houve atuação conjunta com o Ministério Público e o Poder Judiciário da Comarca de Ponte Alta, que autorizaram as medidas judiciais necessárias para o avanço das investigações.

Os denunciados permanecem à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil segue investigando possíveis desdobramentos do esquema.

 

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